sábado, 19 de setembro de 2009

A Importância da Tecnologia na Educação


Assistindo o primeiro Fantástico do ano de 2005 algumas perguntas povoaram minha cabeça quando mostraram o que a tecnologia irá fazer por nós daqui a 15 anos....Geladeira que fala? Carro que estaciona sozinho?

As máquinas ficam mais inteligentes, e nós?
A utilização dos recursos tecnológicos é um caminho sem volta, às vezes se leva tempo para dominá-los e muitas vezes cometemos vários equívocos.

E as escolas??? Como se preparam para os próximos 15 anos? E nós professores???

As escolas têm equipamentos, mas ainda engatinhamos na maneira de utilizá-los. Para a dominação dessa tecnologia é preciso dispor de algum tempo, o problema é que nesse período de tempo, novas tecnologias serão desenvolvidas, embora a aceleração da produção em informática tenha diminuído consideravelmente. Atenção eu escrevi diminuído e não parado!!!

Fomos criados com medo da tecnologia, ouvindo de nossos pais coisa como “- Não põe a mão no botão...vai quebrar a TV”, sem dúvida à próxima geração de educadores deverá ter mais facilidade com a informática e quem não conseguir, vai ficar à margem dos próprios alunos, uma vez que eles nasceram na era da tecnologia. Com isso se exige do professor uma preparação e atualização com intuito de fornecer as ferramentas para motivar o aluno e ajudá-lo a produzir seu conhecimento. O contato com essas novidades amplia o horizonte dos educadores e acena com novas possibilidades pedagógicas.

A grande revolução que o computador promove é permitir uma educação massificada no sentido de que há muita informação disponível e ao mesmo tempo individualizada. Com o andar dos anos o que vai acontecer é que o ensino não vai mais se reduzir ao livro didático. Os livros estarão melhores e adequados à informática, até mesmo com sugestões de sites e atividades.

As aulas expositivas, o papel, as pesquisas de campo, os trabalhos de laboratórios, as consultas na web são recursos complementares, que devem ser utilizados de maneira integrada e inteligente. Exatamente o oposto do que se faz na educação convencional, que desperdiça o mais precioso de todos os recursos... o PROFESSOR fazendo dele mero fornecedor de informações, quando deveria ser um organizador de situações de aprendizagem.

O profissional em educação não deve pensar que irá perder seu emprego por conta da informática e sim utilizá-la como um meio para melhorar a qualidade de ensino. O papel do profissional em educação é mostrar ao aluno para que serve o conhecimento. Ele precisa enxergar-se, apenas, como uma parte do processo de aprendizado.

O que será daqui a 15 anos??? Eu não sei!! Só sei que, agora, os recursos tecnológicos devem ser utilizados como mais uma ferramenta eficiente na construção de conhecimentos, baseando-se em epistemologias que priorizem a ação do sujeito, como a epistemologia genética de Jean Piaget.


Divina Salvador Silva

Pedagoga - Especializada em Orientação, Supervisão e Administração Escolar;
Profª/Coord. de Informática Educacional.



Fonte:
http://www.centrorefeducacional.com.br/importecn.htm

A Maior Tecnologia da Educação

Me pediram para fazer um poema sobre tecnologia e didática

Mas há tantas provas, tantos estudos, tantos exercícios

Que não consegui realizar a proeza de forma assim tão prática.



Me pediram para fazer um poema sobre didática e tecnologia

Mas há tantos problemas, tantos pensamentos, tantas técnicas

Que mesmo tentando buscar em vários discursos, em diversas teorias

Não teve como atrair as palavras e organizar as métricas.



Mas quando o tema bate na porta do pensamento

E este sente o fusco-fusco da inspiração

Nascem divagações, fantasias e teoremas

Que tomam seus contornos e invadem a imaginação.



Pensei então na imprensa, filha de Gutenberg

Na expansão marítima das Grandes Navegações, mãe da globalização

Na "Belle Époque", filha da industrialização

Na aventura intelectual da internet.



Descubro que entre o desenho da letra no quadro negro à giz

E a pintura da parede de pedra na caverna

Há o instrumento, a máquina, a mola propulsora e natural

Que pela emoção, pelo ímpeto, pela ousadia

Cria as diversas linguagens e atinge suas metas.



Entre o retroprojetor e o data-show

Entre o dvd e o vídeo cassete

Há uma força geradora que a vida conclamou

E em nossos valores o caminho remete.



Entre a disciplina, a cultura e a preservação

Entre a sabedoria, o conhecimento e o encanto

Eis a maior tecnologia da educação

Que é o próprio elemento humano.


Por Márcio Rufino

Fonte:http://www.overmundo.com.br/banco/a-maior-tecnologia-da-educacao

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Comunidades virtuais: Um caminho para Inclusão Social

A tecnologia hoje está presente no nosso dia-a-dia, já tão real que na maioria das vezes nem notamos sua presença, esse crescimento vem alterando a nossa cultura de forma significativa e re-configurando nossos hábitos e a nossa estrutura social. a comunicação mediada por computador traz atulamente um novo conceito de comunidade. Um dos primeiros a definir comunidades virtuais foi Howard Rheingold em The Virtual Community, de 1998, definindo como comunidades virtuais como "agregações sociais que emergem na Internet quando uma quantidade significativas de pessoas promove discussões públicas num período de tempo suficiente, com emoções suficientes, para formar teias de relações pessoais no ciberespaço" gerando a possibilidade de sentir-se parte de um contexto no ciberespaço, aproximando pessoas e criando uma nova forma de construção de conhecimento.

A reflexão sobre redes e sua natureza na sociedade humana é, deveras, bastante ampla, encontrando ressonância em todos os campos das ciências. Nesse sentido, é importante referenciar o que pensa CAPRA (1996) sobre esse assunto. Para o autor, a rede é um elemento intrínseco do ser humano, sendo parte da constituição do homem desde seu nascimento até sua morte. A essa idéia se soma a questão virtual que, paulatinamente, vem integrando a humanidade numa nova rede de relações que passa também a ser da nossa constituição e natureza. As comunidades virtuais são, nesse caso, um dos elementos desse fenômeno com explicações que transcendem o entendimento no campo da educação.

O uso de ferramentas como o blog para aumentar a atração pela aula é extremamente interessante, mas também muito complexa principalmente porque não existem receitas prontas de como fazer funcionar de forma eficaz. É um exercício de erros e acertos, mas que não deve ser deixado de lado. O blog é um ambiente aberto, não foi desenvolvido para um uso educacional, mas se afirmamos que a educação deve preparar o aluno para a vida, e oferecer situações que o aluno seja capaz de resolver problemas e fazer escolhas, os blogs podem ser um meio de se trabalhar os valores, esse contato com uma comunidade virtual que nos apresenta diversas escolhas, que além do conteúdo a ser desenvolvido podemos aproveitar a tecnologia para aproximar pessoas, que a máquina pode ser utilizada para expressar sentimentos. Atrás do computador tem uma pessoa com emoções, medos, angústias, sonhos e comnhecimentos a compartilhar.

Com o objetivo de preparar o aluno para o mundo, nas diversas formas que ele se apresenta, formando um cidadão capaz de fazer escolhas que contribuam para o crescimento social e diria até virtual, o blog é um dos meios de provocar no aluno um censo crítico, capaz de refletir sobre suas ações, a partir do mento que é levado a fazer escolhas e tornar pública sua opinião como nos diz Nóvoa, "a experiência não é nem formadora nem produtora. É a reflexão sobre a experiência que pode provocar a produção do saber e a formação."

As comunidades virtuais fazem com que o tempo e o espaço deixem de ser barreiras para a comunicação alterando o cotidiano. Pertencer a uma comunidade requer o sentimento de ligação, de participação. Considerando essa realidade virtual, professor e aluno vem utilizando essa forma de socialização para enriquecer seus conhecimentos, essa será a tendência de formação docente, mudando os estilos convencionais de comunicação.


Vanessa dos Santos Nogueira

Pedagoga
Colunista - Brasil Escola.com

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A Influência da Informática no Desenvolvimento Infantil


Um dos objetivos da introdução dos computadores na vida das crianças é que esta tecnologia estimule suas mentes e potencialize seu desenvolvimento intelectual, paralelamente ao seu desenvolvimento psicossocial, uma vez que sua coordenação motora está se estabelecendo concomitantemente a seus gostos e relações sociais.

A proposta de utilizar os computadores no processo educativo desde as séries iniciais é de Papert, pois segundo sua proposta o computador iria "ampliar a escola," revolucionar a educação e reformular a mente das crianças. Sua linguagem de programação, projetada especialmente para crianças, deveria provocar o estímulo para essa revolução. Influenciado pelo psicólogo e filósofo Jean Piaget, com quem estudou, Papert afirma ter combinado complexas teorias de desenvolvimento infantil de Piaget com seu próprio trabalho no campo da inteligência artificial.

Essa fusão aparente levou à criação da linguagem Logo, que Papert esperava a sistematização do uso de computadores no aprendizado, iniciando-se na pré-escola ou até mesmo em anos anteriores.

No sistema educacional brasileiro a implantação de computadores nas escolas é mais comum a partir do início do Ensino Fundamental, embora algumas instituições iniciem esse processo desde a Educação Infantil, o que, no entanto, não representa um número expressivo. Portanto, segundo a realidade brasileira, os primeiros contatos da criança com o computador em seu processo de aprendizado se darão, aproximadamente, a partir dos seis a sete anos de idade.

Segundo Erickson, a criança dessa faixa etária encontra-se na fase latência na Teoria Freudiana. Esta é a idade do domínio versus inferioridade, que vai dos seis aos doze anos. A principal realização deste estágio de aprendizagem das habilidades tanto na escola quanto fora dela. Em Piaget, este período corresponde à fase de centralizaçã, onde a criança consegue perceber apenas um dos aspectos de um objeto ou acontecimento (estágio das operações concretas), ela não é capaz de relacionar a si mesma com os diferentes aspectos e dimensões de uma situação.

Para a inicialização da criança com o computador, é missão da escola atender a esse aprendiz, tornando significativo o seu aprendizado, enfatizando o "aprender" e não o "ensinar," pois o conhecimento provoca mudanças e transformações.

Cabe ao educador tornar o computador uma parte do ambiente natural da criança, explorando todas as possibilidades que o computador lhes oferece, assim como afirmava Piaget, trabalhando principalmente os softwares, em que grande parte da atenção está voltada, sendo eles: Logo, softwares educacionais, softwares de simulação e programação, softwares gráficos.

Para a aplicação dos softwares como ferramenta pedagógica, cabe ao educador considerar as competências intelectuais autônomas do ser-humano. Em Gardner, temos postuladas sete competências, ou inteligências múltiplas, a saber: 1) Inteligência Linguística; 2) Inteligência Lógico-matemática; 3) Inteligência Corporal-cinestésica; 4) Inteligência Musical; 5) Inteligência Espacial; 6) Inteligência Intrapessoal; 7) Inteligência Interpessoal. Gardner ainda explora uma oitava inteligência e, embora existam outras, ainda se encontram em fases de pesquisa. Através da utilização do computador no processo educacional, diversas habilidades podem ser desenvolvidas simultaneamente, facilitando a formação de indivíduos polivalentes e multifuncionais, diferentemente.

Espera-se que sua utilização promova aulas mais criativas, motivadoras, dinâmicas e que envolvam os alunos para novas descobertas e aprendizagens, proporcionando aos mesmos autonomia, curiosidade, cooperação e socialização, principalmente quando da utilização da Internet que possibilita diversos tipos de comunicação e interações entre as culturas de forma bastante enriquecedora.

Portanto, durante estes primeiros contatos, considerando o desenvolvimento intelecyual e psicológico dessas crianças e o material pedagógico trabalhado durante este período, elas apresentam um compotamento de interesse e motivação, embora algumas se sentem apreensivas diante desse primeiro contato e de suas novas descobertas.


Wagner Antonio Junior
Faculdade de Ciências
UNESP - campus de Bauru



-->> Fonte:
www.educador.brasilescola.com/trabalho-docente


quinta-feira, 30 de julho de 2009

Blog: Linkando Ideias do Real para o Virtual

Mudam o tempo, os sentimentos, as formas de comuniacação. O tempo não pára, os sentimentos, mesmo diferentes, nos acompanham sempre, mas e a comunicação? essa merece uma atençao especial.

Hoje buscamos formas cada vez mais rápidas e eficientes de nos comunicar, expor ideias, conceitos, angústias, alegrias. A tecnologia abre as portas para a solução de diversos problemas, passada a angústia de que os computadores poderiam substituir o homem, ela vem para somar e aproximar pessoas com uma velocidade nunca vista.

Como nos fala Valente: "As novas tecnologias que já estão ficando velhas," estão cada vez mais presentes na nossa vida. O computador e a Internet não são mais novidades, estão em constante mudança e oferecendo cada vez mais recursos, passando a ser uma necessidade. Através da informática, podemos fazer compras, conversar com pessoas distantes, procurar emprego, escutar música, assistir a filmes, pesquisar, estudar, trabalhar.

Além de suprir algumas necessidades impostas pelo mundo de hoje, a tecnologia oferece algumas ferramentas que são utilizadas para mostrar ao mundo, através do imaginário virtual no ciberespaço, a criatividade e a inteligência do ser humano.

Uma das ferramentas oferecidas para a comunicação na Internet é o blog. O termo é derivado da união das palavras inglesas web (rede) e log (diário de bordo no qual os navegadores registravam os eventos das viagens). Blog trata-se de uma abreviatura de weblog que representa registros feitos na Internet em ordem cronológica.

Os primeiros blogs traziam a ideia de um diário virtual, com registro de fatos e sentimentos feito de uma forma simples, no qual o usuário não precisa ter nenhum conhecimento de programação. Essa forma simples e dinâmica de publicação traz, além dos registros, a possibilidade de postar comentários e links, atraindo não só pessoas dispostas a contar sua vida na rede como também empresas que divulgam seus produtos e serviços, estudantes que pesquisam o mesmo assunto, etc.

Assim formam-se comunidades virtuais através dos blogs que se unem com um mesmo objetivo. No caso da escola ele é usado para que os alunos compartilhem suas ideias, troquem experiências não só entre si, mas com alunos de outras escolas em outras cidades, enriquecendo assim o processo de aprendizagem. Os blogs são uma maneira de estar junto, conversa, trocar informações e expor sentimentos, mostrando que a máquina é capaz de unir as pessoas ao contrário do que se pensava antes.


Vanessa dos Santos Nogueira
Pedagoga
Colunista - Brasil Escola


--> Fonte:
www.educador.brasilescola.com/trabalho-docente/blog-linkando-ideias-real-para-virtual.htm


A Escola da Geração Digital

Digital quer dizer existência imaterial das imagens, sons, textos que podem ser entendidos como palco de possibilidades. E assim por não terem materialidade fixa, podem ser manuseados imensamente de acordo com as decisões dos usuários, que lidam com os periféricos de intercâmbio, como o mouse, a tela, o teclado, etc. O aluno da chamada "geração digital," aquela que se transporta da tela da televisão para a do computador, faz com que o professor da sociedade da informação (na sala de aula presencial e a distância) se conscientize de que está diante de um novo público.

Aluno da Geração Digital

O professor da geração digital tem que ter noção que o livro de papel não pode e nem deve ser abolido e nem substituído, mas no ambiente pedagógico deve articular a leitura com o hipertexto (grande divisor de águas entre a comunicação massiva e a interativa, que democratiza a afinidade do usuário com a informação provocando uma atmosfera conversacional).

A necessidade de interatividade diz respeito ao acontecimento da sociedade da informação e manifesta-se nos campos sociais, mercadológicos e tecnológicos. Na escola com interatividade, o aluno não pode mais ser passivo, olhando, ouvindo ou apenas compiando, mas interagindo, o educando inventa, transforma, constrói, acrescenta, tornando-se co-autor da situação. A interatividade diz respeito ao intercâmbio entre o usuário e as tecnologias digitais ou analógicas e às relações presenciais e virtuais entre os indivíduos humanos. O professor deve indicar a rota do conhecimento, transformar-se em problematizador de situações, fomentador de interrogações, disponibilizador de diversos dados em redes de conexões, mediador de grupos de trabalho. O colóquio e o conhecimento se estabelecem entre alunos e professor como co-autoria e não no trabalho individual. O professor deve mudar sua postura de contador de histórias e diante do mundo digital mudar o caminho propondo um enredo comunicacional e dialógico.

Para haver democratização da sociedade do século XXI, a grande maioria da população deverá ter acesso às tecnologias de informação, em disposição real de as utilizar, para que não se transformem em fator de exclusão social. A nova proposta pedagógica sustentada pela interatividade supõe participação, cooperação, bidirecionalidade e pluraridade de conexões entre conhecimento, informação e atores participativos. Mesmo porque a sociedade da informação se relaciona com o computador no sentido centralizador, pois atualmente tudo passa por ele, se descentralizando no hipertexto. Devemos tomar conhecimento que já se fala em "setor quternário," com a intensificação dos serviços advindos da telemática, que inclui desde as televisões aos cartões de crédito, dos satélites às fibras óticas. (Balsemão)
Ref: Marco Silva -->> Sala de Aula Interativa

Por Amelia Hamze
Educadora
Profª UNIFEB/CETEC e FISO - Barretos


-->> Fonte:
www.educador.brasilescola.com/trabalho-docente/escola-geracao-digital.htm

Educação e Recursos Tecnológicos


A utilização de recursos tecnológicos na sala de aula tem sido muita discutida. Aos poucos, as escolas estão implantando a informática em seus currículos, dando aos alunos as primeiras noções do mundo da informatização.

Nas aulas, temos visto os alunos utilizarem programas específicos para escreverem textos, elaborarem listas e cálculos de despesas, organizarem agendas, e fazerem slides para apresentar algum trabalho.

É ótimo, maravilhoso, que a tecnologia tenha chegado ao âmbito escolar, mas se o assunto fosse levado mais a sério os benefícios seriam muito maiores.

Crianças e jovens tem se utilizado desses recursos tecnológicos mais como forma de diversão do que em benefício de aprendizagens significativas.

É claro que a diversão faz parte de uma vida saudável, e os jogos eletrônicos e vídeo games são grandes responsáveis por isso. Além desses, as salas de bate-papo também são muito utilizadas, fazendo com que todos tenham oportunidade de interagir virtualmente com seus amigos.

Mas se tais recursos fossem trabalhados de forma mais eficiente, poderia ser uma das formas de transformação da educação.

Muitos professores ainda não se encontram capacitados para lidar com os alunos em aulas informatizadas, pois tais atividades exigem dos mesmos habilidades profissionais específicas. Além disso, como criar, planejar estratégias ligadas a uma forma de trabalho que ainda não se domina por completo?

As escolas deveriam repensar essas práticas, levando para o processo ensino/aprendizagem projetos que oportunizem o enriquecimento da troca de informações, já que através da Internet podemos ter contato com o mundo.

Conexão com o Mundo

Em aulas de história, por exemplo, os alunos podem visitar museus eletrônicos, como o museu do Louvre, em Paris, o que dará mais veracidade aos fatos acontecidos.

Imagine uma aula de fuso horário, assunto nada agradável, que exige cálculos, onde o professor pode mostrar, ao vivo, as diferenças entre as horas de uma localidade e outra, ou então acessar um programa que mostre o globo terrestre e, ao aproximar a imagem, visitar vários países!

Existem inúmeros conteúdos que podem ser trabalhados através da Internet, como a criação do universo, dos planetas que constituem o sistema solar, movimento de rotação e translação, etc.

Projetos que desenvolvam a sustentabilidade, recursos tão necessários para o planeta, também proporcionam melhores condições de aprendizagens e conscientização sobre os problemas da natureza, que tem ocasionado problemas para o homem.

Bom seria se, ao inés de ficarem decorando vocabulários em inglês ou espanhol, que os alunos tivessem a oportunidade de conversar diretamente com estudantes de outras escolas do mundo, nas salas de bate-papo. Com certeza, o aprendizado de outra língua teria muito mais significado e aconteceria de forma mais eficiente.

Além desses, podem levar para salas de aula discussões sobre pedofilia, alcoolismo, drogas, prostituição, doenças, criminalidade, consequências de atitudes que não condizem com as determinações legais, dando aos alunos maior visão da realidade social do mundo.

A informatização e os avanços tecnológicos precisam ser encarados de forma mais séria, visando transformações de atitudes, exercício da cidadania, conscientização das responsabilidades sociais de cada um.

Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


-->> Fonte:
www.educador.brasilescola.com/orientacoes/educacao-recursos-tecnologicos.htm